Tenho uma grande amiga, de anos... de histórias lá atrás, que em quase todos os grandes acontecimentos da minha vida sempre esteve presente. O ano passado nos afastamos; melhor eu me afastei, aconteceu algo que eu não soube agir maduramente. É, também preciso melhorar isto, quando algo acontece a minha conduta é sempre me afastar, não sei conversar e dizer de forma adulta o que estou sentindo.
Mas hoje, nos falamos de novo! Com uma naturalidade de quem almoçou junats ontem e foi tão bom! Tão bom poder sentir de novo velhos sentimentos por pessoas que gostamos, temos defeitos; eu, ela... mas sei que o sentimento é autêntico e mútuo.
Há alguns dias tenho tentado me re-aproximar das velhas amizades, sei que me afastei de todos por questões mal resolvidas, por não saber lidar com as situações e assumir apenas o meu papel, apenas um; o meu o EU!
Não soube, porque não conseguia reair bem as diferenças, a timidez e a opinião sincera do que estava comigo, me sentia pesada e constrangida em ter que ficar fazendo a ponte, desviando assuntos ou mediando com panos quentes.
Com esta amiga de hoje, sempre foi diferente... ela sempre aceitou essas pequenas chatices. Quem não aceitava era eu! Pois é, mais um assunto para pensar; porque não deixar o outro passar pelo que ele tem que passar? Não tenho que me colocar na posição de mãe super protetora com alguém bem crescidinho e que sabe se defender. Na verdade não faz bem nem a mim, nem ao outro.
Sempre busco as saídas erradas, porque não sei refletir mais profundamente sobre o que acontece comigo, meu comportamento foi errado e pago o preço por ele hoje.
Agora é hora de correr atrás do prejuízo!

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